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“Aquele incômodo no peito por achar que nunca vamos ser felizes ao lado de ninguém, a inquietude dos dias sem alguém para nos dizer que vai passar, que é uma fase, que tudo no fim acaba bem, que nós não estamos sozinhos. E os dias passam, a carência aumenta, a solidão invade até nossa última célula. E, então, nos desesperamos. E xingamos o mundo por achar que a culpa de tudo dar errado é dele. Então prometemos a nós mesmos que nunca mais iremos sentir nada por ninguém de novo, mas continuamos esperando, porque o medo destrói tudo, menos a esperança.”